Reflexões sobre o sexo...
Ontem, conversando com um amigo, surgiu o assunto sexualidade. Mais especificamente, o assunto "modalidades sexuais". Dizíamos que entre a penetração e as preliminares não existe uma hierarquia, afinal, cada um desses atos atende a uma necessidade momentânea específica. Eis que ele solta a seguinte frase: "não importa o que fazemos, mas com quem fazemos". Bingo!
Num mundo onde ainda é tão forte a crença de que a penetração é que é "sexo de verdade", e de que tudo o mais enquadra-se nas denominadas preliminares, não é de se espantar que a lógica que reina é a de que as preliminares vêm primeiro, para só então vir o "sexo de verdade", como o grande prêmio a ser conquistado. Assim, bem mecânico mesmo. Como um script que alguém escreveu e que continuamos seguindo.
Ocorre que, como bem salientou o mencionado amigo, no final das contas não importa como você começa nem como você termina, mas com quem você desenvolveu a interação sexual. E mais: de que forma vocês, juntos(as), construíram esta interação.
Veja que eu não estou me reportando ao conservadorismo que dita que sexo precisa ser praticado dentro de um relacionamento estabelecido. Não tem nada a ver com isso. Tem a ver com interação, com a construção de uma comunicação (verbal e não verbal) sedutora e atraente para todos os envolvidos. E essa comunicação pode estender-se ao longo dos dias, dos meses, dos anos, das horas e até mesmo dos minutos. Desde que baseada em tijolos de atração, de encantamento - físico, psicológico, mental, emocional, etc. That's my point.
O que meu amigo revelou-me foi a importância do sexo não como finalidade, não como prêmio, mas como resultado natural, como o desague do rio nas águas salgadas do oceano: fluido. E que sexo não precisa ser penetração. Sexo pode ser tudo o mais e mais um pouco. Pode ser quase nada, inclusive.
Sexo é interação. É comunicação. Tudo o mais é elucubração mental.
Num mundo onde ainda é tão forte a crença de que a penetração é que é "sexo de verdade", e de que tudo o mais enquadra-se nas denominadas preliminares, não é de se espantar que a lógica que reina é a de que as preliminares vêm primeiro, para só então vir o "sexo de verdade", como o grande prêmio a ser conquistado. Assim, bem mecânico mesmo. Como um script que alguém escreveu e que continuamos seguindo.
Ocorre que, como bem salientou o mencionado amigo, no final das contas não importa como você começa nem como você termina, mas com quem você desenvolveu a interação sexual. E mais: de que forma vocês, juntos(as), construíram esta interação.
Veja que eu não estou me reportando ao conservadorismo que dita que sexo precisa ser praticado dentro de um relacionamento estabelecido. Não tem nada a ver com isso. Tem a ver com interação, com a construção de uma comunicação (verbal e não verbal) sedutora e atraente para todos os envolvidos. E essa comunicação pode estender-se ao longo dos dias, dos meses, dos anos, das horas e até mesmo dos minutos. Desde que baseada em tijolos de atração, de encantamento - físico, psicológico, mental, emocional, etc. That's my point.
O que meu amigo revelou-me foi a importância do sexo não como finalidade, não como prêmio, mas como resultado natural, como o desague do rio nas águas salgadas do oceano: fluido. E que sexo não precisa ser penetração. Sexo pode ser tudo o mais e mais um pouco. Pode ser quase nada, inclusive.
Sexo é interação. É comunicação. Tudo o mais é elucubração mental.
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