Divagações sobre a autenticidade.
Todos morreremos: eu, você, este planeta e até o Sol; todos seremos, um dia, história não contada, relegada ao esquecimento do infinito... Passar por esta curta caminhada, chamada vida, sem experimentar ou experienciar as sensações, só para enquadrar-se numa cartilha do "bom cidadão", inventada com algum propósito desconhecido, é só mais uma forma de passagem, tão insignificante quanto qualquer outra - com a diferença de que alguns dão ouvido aos seus instintos e ao coração, enquanto outros, não...
Depressão, angústia, ansiedade, etc, são os chamados do corpo para uma desarmonia mental-emocional-física. O corpo sente e comunica esta desarmonia: é preciso FAZER algo. É preciso estar presente.
Desagradar não é demérito algum numa sociedade claramente desequilibrada. Se os outros não ouvem o chamado dos seus corações, você não precisa enquadrar-se nesta moldura só porque ser feliz é visto por eles como uma ofensa pessoal. Isto é problema DELES. O seu único problema consiste em estar na contramão da sua própria Consciência.
Ser feliz é o nosso único objetivo. Agir em prol da comunidade é a nossa única obrigação moral - sem a qual não há felicidade pessoal. Por isso, o amor é a única resposta, a única chave possível.
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